Um estudo realizado pelo cirurgião-dentista André Leite, da Universidade de Brasília (UnB), mostrou que as radiografias dentárias podem ajudar na identificação precoce da osteoporose, doença que atinge uma em cada três mulheres acima de 50 anos.
O pesquisador analisou 351 pacientes e verificou que aquelas com afinamento na mandíbula tinham 15 vezes mais chances de apresentar o problema em relação às que tinham a espessura desse osso normal. A descoberta pode gerar economia para o Sistema Único de Saúde (SUS), que poderia priorizar a realização de densitrometria óssea em mulheres com o desgaste detectado pela radiografia, que custa R$ 7,00, contra R$ 53,00 da densitometria óssea.
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